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OS GRANDES INCENTIVADORES AO CONSUMO DO VINHO

Foi nos seios de uma mulher, talvez de madame Pompadour que se inspira a forma das  antigas taças (copas) de champagne e, foi uma outra mulher,  a Giulia Falletti, condessa da cidade de Barolo que junto com Camilo o Conde de Cavour que criou o Rei dos Vinhos o Barolo.

O Conde de Cavour, na época proprietário de muitos  vinhedos em Grizane, convidou o matemático francês Louis Oudart (fanático por viticultura) para cuidar das videiras dele e da Condessa. Oudart era originário de Reims na Região da Champanhe e trabalhou duro replantou quase duzentos mil  videiras até conseguir elaborar um vinho considerado na época e ainda hoje um néctar. Até o Rei da Itália Carlo Alberto ficou curioso e pediu para a Condessa um pouco desse vinho para provar. O desejo do Rei foi amplamente realizado, a Condessa enviou para ele Trezentos e sessenta e cinco barris de 600 lts. de vinho um para cada dia do ano e o Rei ficou tão feliz que depois de um tempo acabou comprando as terras da Condessa, para garantir aquele néctar. Por isso que o Barolo é considerado ainda hoje o “Rei Dos Vinhos” e o “Vinhos Dos Reis”.

Até Napoleão se apaixonou para o vinho e no exilio na Ilha de Santa Helena ele cultivava as videiras, durante a vida inteira foi um apaixonado de Chambertin. Ele promoveu muito a divulgação de plantio das videiras e da produção dos vinhos na Europa inteira.

Outros ilustres scientistas se ocuparam do vinho o melhor, da transformação do mosto em vinho. Kuntzing e Pasteur desvendaram os secretos da fermentação e Lavoisier demonstrou que era o oxigênio do ar o fator mais importante a determinar ou não a qualidade de um vinho.

Galileo Galilei por seu lado, usou a sua genialidade a favor do vinho, ele inventou um

Aparelho para resfria-lo. O monge Dom Perignon foi o Pai do Champagne obtido fazendo refermentar o vinho em garrafas hermeticamente fechadas, resultando em um elegante, borbulhante delícia.

Foi o Maques Ricasoli que transformou o Chianti, vinho tinto emblemático da Toscana, em um vinho importante e aveludado aumentando a percentual de uvas tintas 80% de San Giovese, 15% de Colorino e 5% de Malvasia. Em quanto anteriormente era feito misturando uvas brancas e tintas na mesma percentual dando origem á um vinho quase Claret e de pouco corpo. Isso em  1716.

Mais recentemente Windsor Churchills, que costumava tomar Champagne todos os dias, não estando satisfeito com os tamanho das garrafas padrão existentes na época (ml.375 ou ml.750) pediu para uma famosa vinícola da Champagne para criar uma garrafa da nobre bebida exclusivamente para ele do tamanho fora do padrão de 500 ml. Era essa a perfeita quantidade diária para se achar perfeitamente satisfeito.

Reza a lenda que imperador Carlo Magno gostava muito dos vinhos tintos provenientes desta região de Corton (Hoje um Grand Cru de Bourgogne), mas com a idade sua farta e longa barba começou a ficar cada vez mais branca e tingia-se facilmente. Sua esposa Desidéria incomodada com o fato, começou a aporrinhar o nobre imperador para que ele parasse de tomar os vinhos de sua região predileta. Dito e feito: de tanto a dona patroa insistir, Carlão mandou cortar todos os vinhedos e replantá-los com uvas brancas satisfazendo assim os caprichos da imperatriz. Pôde então manter a barba alva e tomar seu vinho preferido o Corton Charlemagne.

Anna Rita Zanier
Sommeliére e colaboradora da WINEFIT